Juntos…até que a morte os separe

Geralmente, quando um homem e uma mulher casam…no dia do casamento, fazem votos de amor eterno…até que a morte os separe, muitas vezes é esta que os separa, e não necessariamente pelos melhores motivos. Segundo o Diário de Noticias, nos primeiros seis meses de 2017, houve cerca de 6000 inquéritos por violência doméstica, em Portugal, destes 6000 foram deduzidas cerca de 960 acusações. É muito inquérito e muitas acusações…e só passaram 6 meses. Quando o amor dá lugar à violência, é legitimo duvidar desse amor, pois o amor não agride nem desrespeita…isso é consensual, se agride não é amor…ou então o amor deu lugar ao ódio. Quando o amor acaba, é preferível separarem-se…a bem, mas o orgulho masculino, muitas vezes, ferido com a questão dos “cornos”, imaginários ou reais…leva muitas mulheres à morte e a maus tratos físicos ou psicológicos. Muitas vezes, estes maus tratos, no seus aspectos psicológicos…são recíprocos…ou seja, o lar torna-se uma arena. Mas quando isto acontece, alguém tem de parar, e resolver os seus problemas como adultos…simplesmente não existe justificação, para crimes de “honra”. Os meus amigos que me perdoem, mas matar por “cornos” é estúpido, e estraga a vida dos que estão à volta…geralmente filhos, e a do assassino. Mas os nossos preconceitos latinos, muitas vezes, levam a melhor…infelizmente. Temos de parar, com esta fúria insana que põem termo à vida de um dos conjugues…ou de ambos.

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