A Mulher no Islão

Segundo uma noticia do jornal Expresso, Khalida Popal, uma mulher afegã, desde muito cedo, ainda no regime dos Talibã, começou a jogar futebol com outras raparigas…coisa proibida pelos Talibã. Em 2007, teve o primeiro jogo oficial, contra a equipa feminina do Nepal, jogo onde a sua equipa ganhou por 13-0. Foi chamada de prostituta e outros mimos parecidos, até que temendo pela sua vida emigrou para a Dinamarca, onde vive hoje e cumpre o seu sonho…o futebol.

Mas não foi, para falar de futebol, que comecei este texto, e sim para falar da situação da mulher, nos países Islâmicos…o futebol é um mero pretexto. Segundo a propaganda do Islão, as mulheres têm os mesmos direitos dos homens, e até mais. São protegidas e podem divorciar-se à sua vontade, recebendo uma herança privilegiada, garantindo assim o seu sustento…isto é o que os Islâmicos dizem e eu não conheço, em profundidade o Alcorão, nem o que diz, como também nunca fui a nenhum país Islâmico e vi como é.

No entanto, sei de relatos de mulheres ocidentais, que se tornaram muçulmanas…e depois de casarem, segundo os ritos desta religião, e depois irem viver para esses países…viveram o inferno na terra. Sei também, como as mulheres eram tratadas pelo regime dos Talibã, e são tratadas pelo Daesh…e não são relatos bonitos de se ouvirem. Sei também, que na Arábia Saudita, as mulheres são proibidas de conduzir, e segundo a Sharia…ou Lei Islâmica, são apedrejadas até à morte, em caso de adultério. Também sei que segundo a mesma Lei, as mulheres podem ser chicoteadas em público, como castigo. Isto são factos públicos e conhecidos, bem documentados, que não podem ser negados.

Estou afirmando, que todas as mulheres muçulmanas são maltratadas e Corão permite isso? De modo nenhum e como já disse, do que li do Corão, não cheguei aos capítulos…ou Suras, sobre as mulheres. Até admito que o Corão promova o bem estar da mulher…assim como a Bíblia acerca da mulher judaica, o que não invalidou que os Judeus não fossem profundamente machistas, assim como são machistas os árabes. Aliás penso que o problema é mais de sociedade, do que de religião…e se no ocidente, as famílias muçulmanas são equilibradas, muitas vezes não o são nos países árabes.

À guisa de conclusão, segundo o pouco que me é dado saber, as sociedades muçulmanas, necessitam de profundas reformas…pelo menos no que diz respeito à condição das mulheres…assim como de resto, a nossa sociedade. Não tenho nenhum preconceito anti-Islâmico…embora ache, que o meu Deus, não é o mesmo Deus deles, nem quero afirmar que as sociedades árabes são o pior do mundo…mas não há fumo sem fogo.

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